Hoje
em dia, temos que nos satisfazer matando a nossa sede de conhecimento, bebendo-o
de gota em gota. Se formos ler um jornal, somos atraídos por manchetes ou
títulos chamativos que muitas vezes, não são condizentes com o texto a que se
referem, pois neles, muito pouco conteúdo conseguimos obter.
Vivemos
em uma época em que os meios de comunicação não aceitam e as pessoas não querem
ler qualquer publicação que tenha mais do que 30 linhas. São tempos de extrema
superficialidade. A síntese está na ordem do dia e ninguém quer se aprofundar
demais a respeito de qualquer tema. Todas as análises são feitas de forma
perfunctória. Aliás, eu tenho até receio de escrever esta palavra já que, por
ser ela um pouco desconhecida e por terem que procurar o seu significado no
dicionário, os leitores deixarão de lado o meu texto.
Fica
evidenciado que estamos trilhando caminhos que estão levando ao ocaso das grandes
ideias, o que faz com que tenhamos que nos contentar com pequenas fagulhas ou
migalhas esparsas delas. Uma espécie de ditadura da superficialidade.

Nenhum comentário:
Postar um comentário