
FILOSOFIA RÚSTICA. SOBRE ELEIÇÕES
Existem duas formas de dominar uma população. A primeira e mais antiga, é através da espada, da força das armas, geralmente acompanhada de um banho de sangue. A segunda, mais moderna e asséptica, é através desta ficção jurídica denominada estado que nada mais é do que a exploração institucionalizada do homem. Simples assim, por mais que seus defensores tentem amenizar o seu papel, atribuindo-lhe o dom de solucionar todos os nossos problemas, tudo feito através de discursos teóricos atraentes que não passam de meros eufemismos.
Na real, eleição é a oportunidade que temos de escolher nossos algozes pelos próximos quatro anos. Sim, porque em geral, os poderes executivo e legislativo, a única coisa que fazem é ficar nos espoliando e criando obstáculos à nossa sobrevivência durante o prazo durante o qual dura um mandato, sem que nós possamos nos insurgir e retirar os poderes que lhes concedemos através do voto.
Infelizmente a população não se dá conta desta verdade cristalina e, a cada notícia de corrupção que vaza para a imprensa, fica apavorada com a desonestidade de nossos governantes e legisladores que, segundo eles, deveriam estar lutando pelo interesse público. Ora bolas! Qual é a novidade? Afinal, nós somos levados a acreditar que quem busca um lugarzinho nesta máquina de dominação, é justamente para se locupletar. Os fatos nos convencem que é inocência pensar o contrário. No mínimo, se os nossos mandatários não quiserem dar na vista, utilizarão o aparato legislativo para aumentarem seus ganhos de maneira afrontosa quando comparados com as reduzidas remunerações do restante da população. Será uma forma de darem aparência de legalidade à espoliação, embora não consigam esconder a imoralidade.
Por outro lado, o estado é um aparato premeditadamente constituído de um cipoal de normas cada vez mais intrincado, justamente para que não possamos compreendê-lo. Normalmente, acabamos temendo aquilo que não temos capacidade de entender e assim, ficamos paralisados diante das ingerências negativas do estado em nossas vidas.
Não nos iludamos. Somos mera massa de manobra com a agravante de que nós mesmos entregamos as chaves das prisões aos que serão nossos futuros carcereiros.
Jorge André Irion Jobim. Advogado de Santa Maria, RS
Existem duas formas de dominar uma população. A primeira e mais antiga, é através da espada, da força das armas, geralmente acompanhada de um banho de sangue. A segunda, mais moderna e asséptica, é através desta ficção jurídica denominada estado que nada mais é do que a exploração institucionalizada do homem. Simples assim, por mais que seus defensores tentem amenizar o seu papel, atribuindo-lhe o dom de solucionar todos os nossos problemas, tudo feito através de discursos teóricos atraentes que não passam de meros eufemismos.
Na real, eleição é a oportunidade que temos de escolher nossos algozes pelos próximos quatro anos. Sim, porque em geral, os poderes executivo e legislativo, a única coisa que fazem é ficar nos espoliando e criando obstáculos à nossa sobrevivência durante o prazo durante o qual dura um mandato, sem que nós possamos nos insurgir e retirar os poderes que lhes concedemos através do voto.
Infelizmente a população não se dá conta desta verdade cristalina e, a cada notícia de corrupção que vaza para a imprensa, fica apavorada com a desonestidade de nossos governantes e legisladores que, segundo eles, deveriam estar lutando pelo interesse público. Ora bolas! Qual é a novidade? Afinal, nós somos levados a acreditar que quem busca um lugarzinho nesta máquina de dominação, é justamente para se locupletar. Os fatos nos convencem que é inocência pensar o contrário. No mínimo, se os nossos mandatários não quiserem dar na vista, utilizarão o aparato legislativo para aumentarem seus ganhos de maneira afrontosa quando comparados com as reduzidas remunerações do restante da população. Será uma forma de darem aparência de legalidade à espoliação, embora não consigam esconder a imoralidade.
Por outro lado, o estado é um aparato premeditadamente constituído de um cipoal de normas cada vez mais intrincado, justamente para que não possamos compreendê-lo. Normalmente, acabamos temendo aquilo que não temos capacidade de entender e assim, ficamos paralisados diante das ingerências negativas do estado em nossas vidas.
Não nos iludamos. Somos mera massa de manobra com a agravante de que nós mesmos entregamos as chaves das prisões aos que serão nossos futuros carcereiros.
Jorge André Irion Jobim. Advogado de Santa Maria, RS
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