Diz
O Globo que o ministro Henrique Meireles, que Michel Temer ” decidiu acabar com
os subsídios concedidos aos mutuários mais pobres dentro do Minha Casa Minha
Vida. O programa habitacional deixará de receber recursos do Tesouro Nacional,
repassados pela União a fundo perdido, para subsidiar as famílias enquadradas
na faixa 1 (renda de até R$ 1.800)—às quais as residências são praticamente
doadas – e na faixa 2 (até R$ 3.600) — cujas prestações são bastante (sic)reduzidas,
facilitando a quitação do financiamento”.
Sem
subsídio, qualquer um sabe, pobre não compra nem caixa de papelão para dormir.
Claro,
o governo não pode gastar dinheiro com os pobres, senão como é que vai atender
aos promotores e juízes com os quase R$ 5 mil de auxílio moradia e satisfazer o
STF, aquele cujo presidente, segundo as gravações clandestinas de Sérgio
Machado, “só quer saber de aumento”?
E
descaradamente também esta crueldade vai esperar o fim das possibilidades do
“Volta, Dilma”. Assim, descaradamente, publicadas no jornal, no meio da
matéria, como se estelionato político não fosse informação de alta gravidade.
“As
mudanças no Minha Casa estão sendo discutidas de maneira reservada diante da
interinidade de Temer. Por isso, medidas impopulares não deverão ser anunciadas
antes do desfecho do processo do impeachment pelo Senado, previsto para
agosto.”
É
como se fosse assim: “ah, a propósito, vamos enganar as pessoas, mas isso é
normal, certo?”
Existe
alguma palavra que não canalhice para definir isso?
Por
Fernando Brito
http://www.tijolaco.com.br/blog/acaba-o-minha-casa-minha-vida-dos-pobres-e-segue-o-minha-toga-meu-ape/

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